Medidas para reduzir o impacto do coronavírus foram foco da Caixa este ano

Nos últimos meses, o foco de atuação da Caixa foi nas ações para redução dos impactos do novo coronavírus. É o que mostra o balanço consolidado da instituição divulgado pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Confira algumas das ações apresentadas : 

Auxílio Emergencial: de abril a maio, o banco pagou R$ 49,9 bilhões de Auxílio Emergencial a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados atingidos pela pandemia. Desse total, R$ 37,1 bi foram referentes à primeira parcela, e R$ 12,8 bilhões, à segunda, que começou a ser paga no início desta semana. “Nós fizemos já o pagamento da primeira parcela para mais de 52,3 milhões de brasileiros. É o maior programa de transferência de renda já realizado no Brasil. E nós estamos evoluindo para pagar mais de 59 milhões de brasileiros nas próximas duas semanas. Esse é um destaque para a Caixa, porque mostra exatamente o equilíbrio entre o resultado financeiro muito forte e o resultado social”, disse.   

Poupança Digital: o presidente da Caixa destacou que, nos últimos meses, 40,6 milhões de contas Poupança Social Digital foram abertas no banco. “É um valor muito significativo. Todas essas contas são de graça. Demonstra claramente esta questão de inserção social digital financeiro da camada mais carente de brasileiros”, ressaltou. 

Benefício Emergencial: nos últimos 17 dias, R$ 1,9 bilhão foi pago a mais de dois milhões de trabalhadores no Benefício Emergencial para Preservação da Renda e do Emprego, criado para reduzir os impactos na economia por causa da Covid-19. 

Redução de filas: para diminuir as filas nas agências de todo o País nesse período de pandemia, o banco ampliou o atendimento por meio de canais digitais. “Tivemos no começo algumas filas maiores exatamente porque estávamos começando o processo de pagamento sem ter ainda uma base de dados”, explicou Pedro Guimarães. 

Oferta de Crédito: no primeiro trimestre deste ano, a Caixa ofertou mais de R$ 154 bilhões em crédito para a economia. Desse total, R$ 60 bilhões foram para o capital de giro de micro, pequenas e médias empresas. 

Financiamento a Estados e Municípios: aumento de volume de empréstimos para os estados e municípios pelo Financiamento à Infraestrutura e Saneamento Ambiental e os financiamentos com recursos do FGTS.

Apoio à habitação:  suspensão no pagamento de empréstimos habitacionais que beneficiou, até 18 de maio, mais de dois milhões de famílias.   

Construção civil: medidas para proteger e estimular tanto as pessoas físicas quanto as construtoras e incorporadoras. Entre elas: prazo de carência de 180 dias para novos contratos de financiamento. Também foram reduzidas as taxas de juros do crédito imobiliário para as empresas da construção civil. 

FGTS: Medida Provisória 927 do Governo Federal, de março deste ano, suspendeu a exigência do depósito de FGTS referente aos meses de março, abril e maio do exercício corrente. Com impacto de até R$ 25,5 bilhões, cerca de quatro milhões de empresas e 1,2 milhão de empregadores domésticos poderão ser contemplados. 

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